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Harpas de Meus Nervos


 (Virgínia Woolf)

 "Agora, perto de uma estranha luz que me deixa ir para onde não quero faltam-me as palavras. Minha boca está seca por que engoli o pó de meu deserto e porque meu deserto era meu corpo preso dentro de um quarto. E para sair preciso entrar. Preciso então me admitir a andar com olhos fechados até que meu desequilíbrio caia e meu corpo se renda espalhado pelo chão, assim como os cabelos grandes, cheios e fartos estejam submersos sobre a água de um rio que ainda não bebi. Então a luz se apaga e faço um sopro no vão para saber se o ar que estou tentando empurrar com os lábios ainda tem força de arrastar poeira para os cantos da face. Estou por aqui, tentando me escolher e seguramente confiante que o desconhecido me vem trazer novas ameaças de vida. E a vida ameaçadora é tão simples que posso chegar ao meu máximo com um pedaço dela. E dela bebi, e meu gole era forte, e tão forte que digo que adoro: Adoro um jeito meu de nunca deixar de sorrir. Adoro um jeito meu de nunca deixar de sorrir para alguém".   

 (J. X. N. - Pois que dedico esta a frase as pessoas que amo e em especial a escritora Virgínia Woolf)



Escrito por Scarabh às 16h49
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